quinta-feira, 22 de março de 2012

back to the future




Durante dias e noites, escondes o que de mais profundo e obscuro tens em teu coração. Te machuca não se abrir e falar tudo que sentes mas sabes que é necessário. Tiras o telefone do gancho milhares e milhares de vezes no dia, e em alguns instantes até chegas a digitar os primeiros números, mas aquilo que chamam de "bom senso" te impede de te ferir mais.
O mundo conspira pra que sigas, mas as memórias... Ah as Memórias... Essas amarram teus pés no passado, e não te deixam dar um passo adiante.
Desprender-se das amarras do teu passado é doloroso e demorado, mas alguém novo vai motivar-te a tal ato, e então tuas memórias se tornarão boas novamente, fazendo com que sigas estampando um sorriso que nunca deverias ter escondido.



Olha só, quem é vivo sempre aparece, não é? Então... Três meses sem postar, três meses no "esquecimento", e três meses sem criatividade. Mas como dizem, nada melhor do que novas experiências pra te motivar a escrever (alguém diz isso além de mim?). Enfim... Acho que é isso. Beijo! Marina.

domingo, 18 de dezembro de 2011

She always belonged to someone else ♪



Então chega aquele momento em que nada parece certo e que todos sumiram.
Você olha pra todos os lados e percebe que boa parte do que pensava e acreditava não passa de algo ilusório, e vê um espaço tão grande entre você e seu passado, que não consegue achar nenhuma ligação entre os dois.
Então você desmorona, e percebe que a vida inteira foi assim, e seu maior feito foi imaginar uma vida e idealizar pessoas.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

mudaram as estações


Talvez as coisas tenham acontecido rápido demais. Me vi sozinha em lugar que já não era meu, cercada de pessoas que me sorriam e cumprimentavam, mas que não pareciam familiares. Os gostos, jeitos, brincadeiras e as vontades mudaram. Um lugar a muito tempo conhecido já não fazia sentido, não fazia falta. O mundo girou diversas vezes, a vontade de voltar onde pensava ser meu lugar aumentou, mas sem perceber assim como veio... foi. Dissipou-se com o vento, e como uma rajada forte levou minha saudade embora, trazendo uma sensação de desconforto e solidão, trazendo aquela vontade de estar em outro lugar, com outra pessoa, que te entende e que faz as mãos suarem.


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Every teardrop is a waterfall

Essa não é nem metade da história que você nunca vai conhecer, e pessoas como você é que fizeram tudo isso acontecer, então não queira dar lição de moral. É muito simples, porém, se tu passasses por algo semelhante duvido que farias diferente. Duvido que terias aguentado. E francamente, não sei como eu aguento. Quatro horas da manhã e eu ainda estou aqui. Você já sentiu como se não pertencesse a lugar algum mais? Sempre senti como se tivesse algum lugar ao qual recorrer quando tudo estivesse perdido, um lugar que me faria esquecer tudo o que eu tenho passado, mas esse lugar não existe mais, foi embora com a minha paz. Você já sentiu que, apesar de nunca estar sozinho, está sempre só? Difícil.
E eu vejo pessoas reclamando por todos os lados, como se elas realmente tivessem motivos para isso. Sinto inveja. Inveja de ter alguém me ouvindo reclamar de coisas banais, quando hoje não encontro um abraço em que possa depositar reais motivos de tristeza. O que eu encontro? Alguém que não sabe o que é perder aquilo o que você mais deu valor, que não sabe o que é deitar todas as noites e chorar silenciosamente, já que a tempos as lágrimas se extinguiram;  Mas continue dando suas risadas, como se eu precisasse delas, que eu continuo fingindo que não me importo e que está tudo bem.
Estou em uma busca desesperadora, tentando encontrar um caminho seguro. Não sei se consigo suportar por mais muito tempo, mas continuarei aqui. Imagino como seria sem tudo isso.
Faz tanto tempo que eu não posto algo aqui e vai isso mesmo qw. Ok, ficou bem confuso, mas eu estou confusa, então não poderia ser diferente. Beijos, Bel.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

nobody said it was easy


“When I’m 80 years old and sitting in my rocking chair, I’ll be reading Harry Potter. And my family will say to me:
“After all this time?”
And I will say:
“Always.”